terça-feira, março 29, 2011
quarta-feira, março 23, 2011
Hoje...
"Quero te conquistar
Um pouco mais e mais a cada dia
Satisfazer tua vontade
Também me sacia..."
[Trecho de Tudo Com Você, de Lulu Santos e Fausto Nilo]
Um pouco mais e mais a cada dia
Satisfazer tua vontade
Também me sacia..."
[Trecho de Tudo Com Você, de Lulu Santos e Fausto Nilo]
sábado, março 12, 2011
Férias, sol, praia, casa, filmes (muitos filmes), samba, cozinha, lista de material, planejamento para o trabalho em 2011, volta ao trabalho, mudanças em casa, aulas de Pilates, voltar a correr, RPG, e ainda assim alguma dor na coluna, Carnaval, começo real do ano...
Tudo isso aconteceu e meus dedos continuam mudos. Em oposição à minha mente que anda mais confusa que nunca, minha boca queria andar fechada, meu peito cerrado, e os dedos imóveis.
Não tenho lido muito, não tenho saído muito, não tenho ouvido muita música. Não tenho feito muitos planos. Não tenho sonhado muito. Não sei o que esperar, se devo esperar (certa de que não devo!). Ainda assim me sinto ocupada. Falo demais. Respiro demais. Penso demais.
Agradeço todos os dias a sorte que tenho na vida, as conquistas que alcancei, a saúde que tenho. Meu lar. As pessoas que amo. Os dias de sol e sempre quando me sinto bem correndo no Aterro. Quando sinto minha pele quente. Faço carinho na minha gata, sempre companheira. Curto e amo muito minha filha que parece crescer cada dia mais rápido.
Sinto falta.
Amo.
Dói.
Sinto-me intrigada, desafiada, emocionada e impressionada com muitos filmes que vejo (não, isso não parei de fazer!)... De vez em quando fico extremamente empolgada com uma conversa que tenho com alguém.
Mas não me sinto livre de uma sensação aterradora, avassaladora de vazio. De um silêncio que me cala as mãos, boca. Que me cansa a mente, que aperta o peito. De que quanto mais faço, mais ainda tem de se fazer. De que quanto mais vivo e vejo, menos sei. Mais sozinha e perdida me sinto. Aquela sensação "lugar-comum" de que felicidade não existe, e sim apenas momentos felizes, de que felicidade não se vive, tem-se por dentro ou não. E de que não sei mesmo diferenciar uma coisa da outra ou me sentir satisfeita com o que me acontece.
Volta a vontade de dormir, dormir, dormir...
Não sei.
Tudo isso aconteceu e meus dedos continuam mudos. Em oposição à minha mente que anda mais confusa que nunca, minha boca queria andar fechada, meu peito cerrado, e os dedos imóveis.
Não tenho lido muito, não tenho saído muito, não tenho ouvido muita música. Não tenho feito muitos planos. Não tenho sonhado muito. Não sei o que esperar, se devo esperar (certa de que não devo!). Ainda assim me sinto ocupada. Falo demais. Respiro demais. Penso demais.
Agradeço todos os dias a sorte que tenho na vida, as conquistas que alcancei, a saúde que tenho. Meu lar. As pessoas que amo. Os dias de sol e sempre quando me sinto bem correndo no Aterro. Quando sinto minha pele quente. Faço carinho na minha gata, sempre companheira. Curto e amo muito minha filha que parece crescer cada dia mais rápido.
Sinto falta.
Amo.
Dói.
Sinto-me intrigada, desafiada, emocionada e impressionada com muitos filmes que vejo (não, isso não parei de fazer!)... De vez em quando fico extremamente empolgada com uma conversa que tenho com alguém.
Mas não me sinto livre de uma sensação aterradora, avassaladora de vazio. De um silêncio que me cala as mãos, boca. Que me cansa a mente, que aperta o peito. De que quanto mais faço, mais ainda tem de se fazer. De que quanto mais vivo e vejo, menos sei. Mais sozinha e perdida me sinto. Aquela sensação "lugar-comum" de que felicidade não existe, e sim apenas momentos felizes, de que felicidade não se vive, tem-se por dentro ou não. E de que não sei mesmo diferenciar uma coisa da outra ou me sentir satisfeita com o que me acontece.
Volta a vontade de dormir, dormir, dormir...
Não sei.
terça-feira, fevereiro 15, 2011
A consciência das coisas às vezes causa alguma dor, principalmente quando aprendemos e, mais, interiorizamos que aquelas coisas belas e boazinhas que crescemos ouvindo e acreditando (às vezes, né?) não existem...
É o processo de tornarmo-nos quem nós somos, de, nisso, enxergarmos o mundo como ele é.
Sobra pouco, mas o pouco que sobra é de qualidade, extrema, ou devia ser.
A vida é solitária sim, e quando estamos em paz conosco, a solidão é boa, muito boa.
É o processo de tornarmo-nos quem nós somos, de, nisso, enxergarmos o mundo como ele é.
Sobra pouco, mas o pouco que sobra é de qualidade, extrema, ou devia ser.
A vida é solitária sim, e quando estamos em paz conosco, a solidão é boa, muito boa.
terça-feira, fevereiro 08, 2011
Don't worry! Be happy!
Dias em que o melhor a fazer é mesmo me concentrar na letra dessa música...
Recebi por email ontem, como bons votos para a semana, e não ouvi. Ao chegar no trabalho carreguei o videozinho e fiquei muito feliz.
Muito bem a calhar depois da noite de ontem.
Pra completar o bom começo de dia: aula de Pilates maravilhosa (minha mais nova paixão) e consulta com a Nutricionista...
3 meses de reeducação alimentar = 2,5Kg de massa perdida e 5cm de circunferência de abdomen perdidos!
Ganhei uma dieta com menos gordura e carboidrato, mais frutas, proteinas e oleaginosas! (Vou comer mais e melhor!) Ganhei um super PARABÉNS da Nutricionista!
(Adorando essa reeducação alimentar também! Nas férias não segui restritamente a dieta, mas os conceitos da reeducação já estão tão em mim que consegui perder gordurinhas mesmo assim!)
sábado, janeiro 22, 2011
Conto de fadas para mulheres do séc. 21

"Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo....den...do!"
"Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu: NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER."
[Ambos de Luís Fernando Veríssimo]
quinta-feira, janeiro 20, 2011
O Seu Amor
O seu amor
Ame-o e deixe-o
Livre para amar
Livre para amar
Livre para amar
O seu amor
Ame-o e deixe-o
Ir aonde quiser
Ir aonde quiser
Ir aonde quiser
O seu amor
Ame-o e deixe-o brincar
Ame-o e deixe-o correr
Ame-o e deixe-o cansar
Ame-o e deixe-o dormir em paz
O seu amor
Ame-o e deixe-o
Ser o que ele é
Ser o que ele é
Ser o que ele é.
[Gilberto Gil]
Ame-o e deixe-o
Livre para amar
Livre para amar
Livre para amar
O seu amor
Ame-o e deixe-o
Ir aonde quiser
Ir aonde quiser
Ir aonde quiser
O seu amor
Ame-o e deixe-o brincar
Ame-o e deixe-o correr
Ame-o e deixe-o cansar
Ame-o e deixe-o dormir em paz
O seu amor
Ame-o e deixe-o
Ser o que ele é
Ser o que ele é
Ser o que ele é.
[Gilberto Gil]
terça-feira, janeiro 18, 2011
Memórias, Sonhos, Reflexões - Carl Gustav Jung

"Eu logo cheguei à compreensão que quando nenhuma resposta vem do interior para os problemas e complexidades da vida, eles definitivamente significam muito pouco. Circunstâncias externas não são substitutas para a experiência interna. Logo minha vida tem sido singularmente pobre em acontecimentos externos. Eu não posso dizer muito sobre eles, pois isto me pareceria vazio e insubstancial. Só posso compreender-me sob a luz dos acontecimentos interiores. São eles que constituem a particularidade da minha vida e é deles que trata minha auto-biografia."
"O Destino quer - como sempre quis - que na minha vida todo o exterior seja acidental e que só o interior represente algo de substancial e determinante."
"Cada vida é um desencadeamento psíquico que não se pode dominar, a não ser parcialmente. É muito difícil, por conseguinte, estabelecer um julgamento definitivo sobre si mesmo ou sobre a própria vida."
(Trechos de Memórias, Sonhos, Reflexões, auto-biografia de Carl Gustav Jung que estou lendo.)
Faz algum tempo que não lia um livro que estimulasse tanto meus pensamentos, meus valores, minha vontade de devorar um livro e ler mais, estudar.
Jung foi convidado, perto de seus 83 anos, a escrever uma auto-biografia.
Não sem algum desconforto, não sem muita reflexão, eles se pôs a compilar desde suas primeiras e remotas lembranças de bebê num carrinho até aquele momento o que lhe havia marcado internamente, o que o levou a ser quem veio a ser na maturidade.
Estou ainda na fase da infância descrita por ele e fico ao mesmo tempo feliz, excitada e agoniada ao ver que questionamentos simples que passam pela cabeça de uma criança (o papel de Jesus e da igreja na vida da gente, o que significam nossos pais naquela idade e o que eles trazem pra gente, o que continuam significando mesmo quando nos tornamos adultos, o que carregamos deles pra sempre, o quão contraditórios são os adultos aos nossos olhos infantis, como a matemática pode ser sem sentido pra uma criança, como pode ser difícil ter uma vida simples perto de crianças ricas, como se pode não ter noção de poder e dinheiro quando se é uma criança de vida simples e feliz no campo, o medo da morte que nos ajudam a criar já nessa fase, as culpas, os julgamentos...) podem ser tão cruciais pros adultos que viremos a ser.
Este livro é pra ser lido, devorado, analisado, rabiscado, indicado, presenteado.
Sem dúvida meu mais novo e melhor vício e paixão, e que vai me deixar triste quando se acabar.
sexta-feira, janeiro 14, 2011
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
(Miguel Souza Tavares)
(Miguel Souza Tavares)
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Altos e baixos da vida (ou seriam meus?)
Quando tudo você questiona, quando tudo parece superficial demais, quando você vai de uma eforia à uma melancolia em questão de horas (minutos???), quando tudo parece lento, quando por mais que você acerte ainda parece errado, quando por mais cedo que você acorde o tempo ainda parece curto, quando você se sente cansado de remar contra a maré, quando por mais que leia, viaje, estude, converse e aprenda você ainda se sente ignorante demais, quando por mais que já tenha feito você ainda está certo de que muito mais tem a fazer, quando por mais que suas metas tenham sido alcançadas você se sinta atrás em termos de realizações... PARE!
PENSE: o que você anda fazendo consigo? O que você realmente quer da vida? O que realmente lhe importa? Assim você vai se matar e o "mundo" vai seguir apesar de, com ou sem, você? Pense bem...
E no final esqueça tudo, porque isso é estar vivo, é ser humano, é ser normal e mortal, e não há expectativa de ser nada diferente disso.
A serenidade está somente dentro da gente e é isso, e só isso, que devemos manter o foco para alcançar... Isso por si só já é BEM, mas BEM difícil. Tendo isso, todo o resto se ajeita. Ou melhor, tendo isso em TUDO você dá jeito!!!
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