Sabe aquele dia em que você sai de casa desarmada, sem pensar que vai ser difícil?
E acaba sendo tudo como você não planejou?
Quando você não consegue trabalhar o tempo como pensava?
Quando você para no final e nota que fez apenas uma tarefa e essa tarefa não foi concluída com sucesso?
Hoje foi assim.
Então eu cheguei em casa MUITO mais tarde do que havia planejado e decidida a fazer com que meu cérebro de liquidificador não estivesse na noite mais agitada do ano.
Por sorte eu tinha essa pilha da foto de roupas para passar!

Estava desde o começo de julho enrolando pra passar roupa, achando essa a tarefa mais tediosa do munco, empurrei com a barriga o máximo dizendo para mim mesma que seria uma tortura passar todas aquelas roupas...
Camisetas, calças, casacos de moletom, fronhas, paninhos de copa, vestido, shortinhos da Aninha, toalhas de banho... Tudo.
O dia está acabando pra mim agora, quando o outro já está começando na verdade, e a pilha de roupas foi muito eficiente em me manter desligada de tudo que me perturbou.
(Isso me lembra mais uma vez como tudo é relativo: a pilha era insuportável até ontem e hoje mereceu post no blog!)
O dia acabou bem, contra todos os prognósticos, e me faz mais uma vez crer que tudo, tudo mesmo, na vida depende muito do que a gente escolhe pensar e fazer a cada instante.