"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar. Somente a ardente paciência fará com que conquistemos uma esplêndida felicidade."
[Pablo Neruda]
Que consigamos ser e VIVER plenos em 2012!
Feliz, feliz, feliz! :-)
sexta-feira, dezembro 30, 2011
quinta-feira, dezembro 29, 2011
terça-feira, dezembro 27, 2011
2012
É realmente uma pena que a gente só aprenda a dar valor a certas coisas depois de muito tempo passado em convivência com elas... Muitas vezes quando já não há tempo para vivê-las...
Quanto tempo a gente perde da vida, quando podia viver com qualidade, todos nós.
É uma pena que a gente aprenda a amar certas pessoas só quando está perto delas se irem dessa vida temporária na qual estamos.
É uma pena que a gente não saiba dar valor e reconhecer o quanto de amor, carinho e atenção muitas vezes recebemos de alguém... Que a gente demore tanto pra aprender a se valorizar, a se cuidar, se respeitar também!
Que não seja tarde para realmente aprender a viver! - É meu desejo e voto para 2012 (para mim e para todos!)!

“Viver é uma queda horizontal” (...) Tudo o que a gente faz na vida, até o amor, a gente faz no trem expresso que caminha para a morte.” [Jean Cocteau, em Ópio]
Quanto tempo a gente perde da vida, quando podia viver com qualidade, todos nós.
É uma pena que a gente aprenda a amar certas pessoas só quando está perto delas se irem dessa vida temporária na qual estamos.
É uma pena que a gente não saiba dar valor e reconhecer o quanto de amor, carinho e atenção muitas vezes recebemos de alguém... Que a gente demore tanto pra aprender a se valorizar, a se cuidar, se respeitar também!
Que não seja tarde para realmente aprender a viver! - É meu desejo e voto para 2012 (para mim e para todos!)!

“Viver é uma queda horizontal” (...) Tudo o que a gente faz na vida, até o amor, a gente faz no trem expresso que caminha para a morte.” [Jean Cocteau, em Ópio]
Do Facebook do meu Tio Fernando...
"Quando a gente gosta de escrever, por vezes encontra algum texto do qual gostaria de ter sido autor. É o caso deste que segue, de um Pastor do Rio de Janeiro, cujo nome agora não me recordo:
'- Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.'
...
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe aceitar tropeços, não se encanta com triunfos, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade, exercita a espontânea sinceridade e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto delas nunca será perda de tempo."
(Texto do Artur da Távola)
'- Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.'
...
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe aceitar tropeços, não se encanta com triunfos, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade, exercita a espontânea sinceridade e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto delas nunca será perda de tempo."
(Texto do Artur da Távola)
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