sexta-feira, julho 31, 2009

Gripada, cansada, cabeça doendo, querendo colo...

E com uma lista enorme de coisas a fazer.
Não é justo! E quem disse que tinha que ser?

quarta-feira, julho 29, 2009



"Você devia saber, querida, que quando somos casados (e considere o mesmo para qualquer relacionamento longo), mesmo que o casamento esteja indo de mal a pior, a gente tende a mantê-lo porque achamos que podemos e porque, no fundo, nunca estamos certos sobre quão errados estamos ou somos, ou sobre como podemos tentar ser melhores. Há sempre uma esperança de que possamos consertar a situação, de que tudo pode ser mudado.
Mas, na verdade, há apenas duas coisas a se fazer: uma é sentar e abrir tudo, não importando o quanto dolorido isso possa ser... Abrir todas as conversas que foram suspensas, coisas que ficaram em silêncio e que ferem diariamente, mesmo que não se fale sobre elas. Depois disso, e contando que haja elevado grau de maturidade e compromisso com o amor, recriar alguma coisa nova com o que ficou inteiro depois da faxina, virando a página definitvamente, lavando a alma e o coração. Nesse caso acredito que a situação possa ser resolvida.
A outra é manter as coisas como são. Caixas pretas com assuntos e sentimentos que não podem ser tocados, vividos, discutidos. Nesse caso, o casamento será mantido por ser a "coisa certa a se fazer" e será mantido às custas de um pagamento muito alto (a felicidade de cada um) ou ele acaba.
Geralmente as pessoas se separam porque aparece uma terceira pessoa. A paixão é que nos tira da inércia. Eu não acho que isso seja errado. Em geral há um copo cheio de água e a terceira pessoa é apenas a gota que falta. Cada pessoa é única, mas, feliz ou infelizmente, relacionamentos em geral são muito semelhantes. Espero que possamos sempre aprender com a experiência. Sem dúvida pode ser um processo doloroso até que se aprenda a lidar com ele.
Não tenho idade suficiente para que me chamem de velho, mas acho que conheço um pouco do mundo. O suficiente para me ajudar a viver e curtir a vida, mesmo com tantos momentos que não são os mais afortunados e felizes.
As pessoas se equivocam quando pensam que o coração controla essa coisa toda. Paixão é fisiológica. Amor, bem, o amor nesse caso não é aquela coisa incodicional que vem do coração como se crê. Ele tem que ser construído, mantido, alimentado, como uma planta ou um bebê, como você preferir. Estamos falando de seres humanos, com imperfeições, com anseios, com necessidades, com uma vida finita. É a mente que constrói, que mantém, que faz cuidar, compreender, enquanto o coração nos dá a guia, a medida - ou deveria, pelo menos.
Amor sem felicidade não é o bastante. A bem dizer, não há amor se não houver felicidade. E felicidade... Ah! Essa só vem quando podemos ser nós mesmos. Não podemos fazer a outra pessoa feliz. Felicidade vem de dentro da gente, só a gente pode se fazer feliz. E a única maneira de ser feliz é sendo você mesmo e sendo aceito como se é.
Nós compartilhamos felicidade, ela não é um presente que se possa dar numa caixa à outra pessoa.
Sim, é fato de que há situações em que sentimos que amamos uma pessoa, mas estamos infelizes por causa das circunstâncias. Mas nesse caso eu diria que algo precisa ser reavaliado. Talvez a situação vivida não seja o que você acredita ser, talvez estejam forçando algo de uma forma que não deveriam...
Seja o que for, se há amor e não há felicidade, algo precisa ser revisto. Amor não é para ferir, não é para podar, não é para lhe deixar dividida, não é para lhe fazer ser quem você não é.
Para mim, se amar estiver significando uma dessas coisas, estabeleceu-se uma "doença".
Como discutimos meses atrás, se há algo em que acredito considerando-se relcionamentos é que os mais significantes em nossas vidas são aqueles que nos ajudam a nos tornarmos as melhores pessoas que podemos ser.
Infelicidade não ajuda ninguém. Podemos aprender com ela, mas ela não deve ser um estado de vida permanente, ou longo.
A gente só pode ser feliz com alguém se souber ser feliz sozinho. Parece clichê, mas foi o que a vida me mostrou."

[Fonte: divagações na Internet...]

terça-feira, julho 28, 2009

"What can grow without rain? What can burn for years without end? Stone can grow without rain. But only love can burn for years without end."

[Sabina Spielrein]

quarta-feira, julho 22, 2009

O que dizer quando se tem um momento daqueles com uma vista como essa?

quinta-feira, julho 16, 2009

Sorria

Sorria. Isso basta.
Mesmo num dia de chuva.
Mesmo perdendo a hora.
Mesmo dizendo a palavra errada.
Mesmo ouvindo a resposta não desejada.
Mesmo quando você acha que não tem jeito.
Mesmo quando a conexão está lenta.
Mesmo quando as coisas não encaixam.
Sorria. Isso mantem a pontinha de luz do meu dia.

sexta-feira, julho 10, 2009

Eu só queria te dar...



Uma casa cheia de sonhos
Uma cidade linda com sol
Arroz com feijão, bife e salada fresquinhos
Uma tarde de preguiça
Cafuné antes de dormir
Um potinho com cheiro bom
Sorriso de criança com bagunça
Colo
Um pouco de felicidade
E meias coloridas...

quinta-feira, julho 09, 2009

Pelo Sabor do Gesto



Quem já tocou o amor pelo sabor do gesto?
Sentiu na boca o som?
Mordeu fundo a maçã?
Na casca, a vida vem tão doce e tão modesta
Quem se perdeu de si?
Eu já toquei o amor pelo sabor do gesto
Confesso que perdi, me diz quantos se vão?
Paixões passam por mim, amores que têm pressa
Vão se perder em si
Se o amor durou demais, bebeu nas suas veias
Seus beijos de mentira não chegam muito longe
Paixões correm por mim, são só suaves febres
Seus beijos mais gentis derretem pela neve
Pra que tocar o amor pelo sabor do gesto
Se o gosto da maçã vem sempre indigesto?
Amarga essa canção, os dias e o resto
Se perde como um grão
Mas se eu ousar amar pelo sabor do gesto
Te empresto da maçã, vai junto o coração
Esquece o que eu não fiz
Te sirvo o bom da festa
De um jeito mais feliz
Paixões correm por mim, eu sei tudo de cor
carinho sem querer me cansa e me dói
Se o amor vem pra ficar, faz tudo mais bonito
Me basta ter na mão e o corpo tem razão

[A-tu déjà aimé? - Composição: Alex Beaupain/ Versão: Zélia Duncan]

domingo, julho 05, 2009

"Tem coisas que só a Prica faz com você..."

Sexta, encontrar Prica... Comidinha em casa e DVD "A Lula e a Baleia".



Sábado, esfirra da Rotisseria, passeio no Largo do Machado, Rio Sul e compritchas, locadora e mais DVDs, banho e salão, passeio à Niterói...

Bolo de laranja com capuccino mega no Plaza, prazer de conhecer o Gilmar (que amor de pessoa) e show da Zélia Duncan no Theatro Municipal de Niterói - lindo teatro, show memorável, Zélia cada vez melhor. Definitivamente o tempo só faz bem a algumas pessoas.



Pra quem quiser ler e ver um pouco sobre o show...
Zélia Duncan abusa da simplicidade e brilha na estreia de ‘Pelo Sabor do Gesto’ em Niterói

No final fomos ao camarim dela, abraçar, dar beijo, dizer que foi tudo de bom, tirar foto... Linda ela... E um doce!!! Eu casava com ela!!!


Domingo, preguiça de manhã, tentativa de pegar o bonde pra Santa no Centro, caminhada até a Lapa, subidinha básica até a casa de Ká & Moa, mais subidinha até a meiuca do Santa Teresa de Portas Abertas... Foi muito legal! Cheio de gente, encontros inesperados, muita foto, Guaraná Antártica, acarajé, caminhada até o Catete. De noitinha, mais DVDs ("A Troca" e "Dúvida").



E pra começar bem a semana, cone japa pós-expediente e mais um DVD: "Operação Valkiria!" :-)

"Tem coisas que só a Prica faz com você..."

sexta-feira, julho 03, 2009

"Para quem tem 'porque'
não importa 'como'..."

[Nietzsche]



Estou lendo "Mamãe e o Sentido da Vida" do Yrvin Yalom. Não é o primeiro livro dele que leio, nem será o último, porque, posso dizer, apaixonei-me por ele (ou pelas palavras dele).
Para quem quiser, acho que
AQUI se pode baixar uma versão digitial (eu não tentei, só achei o site)...
A frase daí de cima foi citada no livro, numa passagem que estou achando muito interessante, onde Yrvin fala de como foi o relacionamento psicoterapêutico dele com Paula, uma "paciente" com câncer terminal que dizia "ter câncer terminal, mas que não ser paciente dele".
Adorei a citação de Nietzsche, óbvio, tanto quanto a colocação dela.

quinta-feira, julho 02, 2009

Resumo

Mês que passou
32 anos ao invés de 31
Cubo arrumado
Casa
Ana
Frozen Yogurt
Trabalho, muito trabalho
Avião e viagem
iPod
Comida de mãe
Gatos caçadores
Silêncio
Conta em meu nome
Amiga
Viradão Carioca
Show da Adriana
Show da Martn'ália
Amigo
Cérebro
Admiração
Projetos caminhados
Palavras, escritas, muitas palavras
Irmão
CD de MPB em MP3
Saudade
Crédito do banco
Decepção
Noites sem sono
Celular novo
Box instalado
Quase 10 quilos mais magra
Filmes, muitos filmes
Zero paciência
Planilha do Excel
Coração pausado
Sem Internet em casa