sexta-feira, dezembro 30, 2011

‎"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar. Somente a ardente paciência fará com que conquistemos uma esplêndida felicidade.
"
[Pablo Neruda]

Que consigamos ser e VIVER plenos em 2012!
Feliz, feliz, feliz! :-)

quinta-feira, dezembro 29, 2011

"A falsidade é susceptível de uma infinidade de combinações; mas a verdade só tem uma maneira de ser."

[Jean Jacques Rousseau]

terça-feira, dezembro 27, 2011

2012

É realmente uma pena que a gente só aprenda a dar valor a certas coisas depois de muito tempo passado em convivência com elas... Muitas vezes quando já não há tempo para vivê-las...
Quanto tempo a gente perde da vida, quando podia viver com qualidade, todos nós.
É uma pena que a gente aprenda a amar certas pessoas só quando está perto delas se irem dessa vida temporária na qual estamos.
É uma pena que a gente não saiba dar valor e reconhecer o quanto de amor, carinho e atenção muitas vezes recebemos de alguém... Que a gente demore tanto pra aprender a se valorizar, a se cuidar, se respeitar também!
Que não seja tarde para realmente aprender a viver! - É meu desejo e voto para 2012 (para mim e para todos!)!



“Viver é uma queda horizontal” (...) Tudo o que a gente faz na vida, até o amor, a gente faz no trem expresso que caminha para a morte.” [Jean Cocteau, em Ópio]

Do Facebook do meu Tio Fernando...

"Quando a gente gosta de escrever, por vezes encontra algum texto do qual gostaria de ter sido autor. É o caso deste que segue, de um Pastor do Rio de Janeiro, cujo nome agora não me recordo:

'- Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
'
...

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe aceitar tropeços, não se encanta com triunfos, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade, exercita a espontânea sinceridade e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto delas nunca será perda de tempo."

(Texto do Artur da Távola)

quinta-feira, novembro 24, 2011

Blogagem coletiva – Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher



Porque NÃO é normal ter que escolher entre um parto normal traumatizante e uma cesariana.
A humanização do atendimento é DEVER da equipe obstétrica e DIREITO da mulher.

Leia AQUI na íntegra o post da Nanda no blog MAMÍFERAS sobre a Campanha da Blogagem coletiva – Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher.

terça-feira, novembro 22, 2011

Liberdade e Passes-livre da Vida

Faz tanto que não escrevo aqui, e que não escrevo nada que não seja técnico ou relacionado ao trabalho, que eu acho que perdi o jeito.
Não é que eu não tenha feito mais nada da vida a não ser trabalhar, mas de fato eu tenho trabalhado bem mais e tenho estado muito mais focada no uso da Internet para o que realmente é necessário, e vivido muito mais fora do mundo virtual. (Hip Hip Urra! Mais livre do vício!)
Tenho visto tantos filmes que eu acho que para fazer uma lista só juntando os bilhetes das entradas do cinema e pedindo ajuda à locadora pra tirar um relatório do sistema deles... (Filme continua sendo uma paixão.) Mas sabe quando você não tem paciência para sentar e escrever resenha de filme, registrar no papel ou no teclado a referência do filme na sua vida?
Pois bem, ontem assisti PASSE LIVRE... Uma comédia sobre relacionamentos. Casais casados de longa data, com filhos e alguns velhos clichês... Mulher que finge prazer, que finge estar dormindo quando o marido vai deitar para fugir dos apelos sexuais dele, a decepção do homem que casa achando que teria mais sexo e vê que na verdade o evento se torna mais raro, mulher reclamando que o homem não a entende, realmente homem sendo pouco sensível às coisas femininas, desejando mulheres além da esposa, os filhos que atrapalham a noite de amor do casal, coroa querendo sair com garotão e pensando que ele vai se apaixonar quando na verdade ele nem correria o risco de desfilar com ela à tira-colo, pelos anos de diferença, e por aí vai.
Depois de muito aprontarem os maridos ganham um passe livre: uma semana livre das obrigações do casamento, onde as mulheres estarão longe e eles poderão fazer o que quiserem.
Os garanhões, depois de 15 ou 20 anos de casamento, de vida, de estarem fora das pistas, de terem aprendido outras coisas, de até desejarem outras coisas, descobrem que já não têm mais a disposição, o conhecimento, a cara de pau e a virilidade de seus 20 anos. O que poderia ser uma semana de luxúria e desfrute vira uma semana de tropeços, mal-entendidos, foras, trapalhadas, orgia alimentar (com qualidade zero) e se relembram o quão difícil é para um homem estar no "mercado", "caçando".
As mulheres que tanto reclamavam dos maridos ausentes, ávidos por sexo, insensíveis, descobrem que na verdade eles eram muito melhores e melhores companheiros do que elas lembravam. Todos, homens e mulheres, pensam algumas vezes, durante o que veio a ser uma longa semana, desfazer o trato do passe livre.
Mas o mais legal do filme é a conclusão final (a qual muitos de nós já sabemos, mas teimamos em "esquecer" ou ignorar): a gente desdenha quando tem e sente falta quando perde. Assim é pra maioria das coisas em nossas vidas, para quase todo relacionamento que desenvolvemos.
Quando é que vamos parar de querer o que não temos?
De achar que a grama do vizinho é sempre mais verde?
De desdenhar do tanto que conquistamos?
De perder tempo precioso de nossas vidas e de deixar de viver ao máximo com quem amamos?
Sei não... Mas já passou da hora de abrirmos os olhos!
Relacionamentos longos são íntimos, são complexos, exigem tempo, dedicação, aceitação, perdão, paciência, alguma doação, alguma solidão a dois, mas trazem conforto, cumplicidade, conhecimento, calma, perspectiva, segurança, amor quando a gente de dedica a cultivar tudo isso.
Escolher estar e viver com alguém, dividir a vida, ter filhos, criá-los, não é deixar de ter liberdade, é mudar o foco do seu umbigo para um objetivo maior, a dois, em família.
Ou alguém acha que só pelo fato de estar solteiro se é livre?
(Aliás, meu pai sempre me dizia que a liberdade da gente termina quando começa a liberdade do outro, seja lá em que assunto for.)
Pensando...
Hora de sair daqui e ir esquentar a comida para ele que já já chegará de um dia de trabalho e de uma longa aula! (Coisinhas boas da vida em família!)
Boa noite e até.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Dos meus chefes :-)

"Quem perde muito tempo tentando ser ótimo, acaba não conseguindo ser bom!"

Meu chefe que me ensinou essa! Adorei...

E meu 1º chefe um dia me disse:

"É mais importante ser oportuno do que estar correto."

segunda-feira, agosto 22, 2011

A Árvore da Vida

(Sexta passada fomos ver o filme "A Árvora da Vida". Quando postei no Facebook que ia assistir esse filme, surgiram comentários bem diferentes.
Acabei motivada a escrever o LONGO texto abaixo.
Leia se tiver paciência!
)

Eis um filme que fui assistir sem saber o que esperar. O nome me remetia a várias coisas, desde a capa de um livro de Zoologia que usei na faculdade, até as aulas do curso de Introdução à Cabala que fiz faz alguns anos. Achei lindo o cartaz de divulgação que vi no cinema faz algumas semanas, Brad Pitt e Sean Penn no elenco, a crítica de uma amiga que achou péssimo e o pedido de opinião pós-filme de outra amiga, ansiosa, que planeja ver o filme neste final de semana. Enfim, tudo para ser muito bom, ou muito ruim.
O filme começa com um provérbio de Jó que pergunta onde estávamos quando as belezas do mundo foram criadas, fala do irmão, da mãe e do pai. Logo depois me cativa com cenas de campo onde uma menina ruiva, brincando com animais, conta que as freiras a ensinaram que existem dois caminhos na vida: o da graça e o da natureza. No primeiro o amor, o perdão e a esperança levam a felicidade. No segundo, a natureza rainha força a tudo e a todos a serem como ela deseja, imperiosa; enquanto o mundo resplandece em amor, quem segue nesse caminho mantem-se cego na busca de controle, em vão.
Ela cresce e vemos sua família: um marido, três filhos e uma casa aconchegante num bairro tranquilo dos EUA. O marido aparentemente é bem sucedido, o lar parece feliz, os meninos brincam numa árvore no quintal. A felicidade é interrompida por uma carta (ou seria resultado de um exame?) recebida pela mãe. Ela chora, desequilibrada, liga para o marido, que no trabalho recebe a notícia com pesar. Logo entendemos que um dos filhos virá a falecer.
A perfeição do lar se vê abalada pelo ocorrido. O pai questiona-se sobre a maneira como tratava o filho falecido, o irmão mais velho sente falta do menor que até pouco tempo era o favorito da casa e lhe causava raiva, a mãe questiona Deus, tudo que eles fizeram de correto, e a justiça da vida.
Ela sofre, o marido não sabe como aplacar a dor da esposa... O que sente uma mãe numa hora dessas? Como alguém pode ajuda-la? As cenas dos amigos e familiares que tentam apoiá-la são lamentáveis quando percebemos que palavra nenhuma ajuda nessa hora. Eu sempre preferi o silencio.
Ela não se conforma, não há resignação.
Contração de cena, expansão. Um casal adulto está no quarto, um quarto de outro tempo - atual. A casa é enorme, perfeita, moderna. Sem dúvida são ambos executivos bem sucedidos. Ela com um olhar triste, ele com um olhar distante, a agonia é nítida e a ordem mantida sob o silencio tem um limite tênue que a leva ao caos.
Em uma grande empresa o homem tem uma série de reuniões, agoniado não se concentra em nada. Sua mente vaga pela infância, nas lembranças dos irmãos, da mãe. Distrai-se olhando as mulheres da empresa, fala ao celular com o pai. Pede desculpas pela maneira com a qual falou com ele, por ter sido ríspido quando não devia. Seu coração não lhe dá trégua, a consciência menos ainda.
Acendem uma vela.
Daí por diante o filme muda de caminho e creio que é nessa hora que a maior parte da plateia se perde. Dos questionamentos da mulher sobre Deus, conforme ela lança perguntas ao céu, as imagens vão mudando do foco no cotidiano humano, à natureza, da natureza ao espaço, do espaço ao infinito, do micro, para o macro. Aqui meus amigos geólogos e biólogos logo devem entender onde vamos parar – no surgimento do universo, na concentração de tudo, na contração da matéria e na grande explosão que deu origem ao universo. Formação da galáxia, dos planetas, explosões solares, a Terra inóspita, lava de vulcões. Resfriamento da Terra, formação de água, cianofíceas, oxigênio, vida em pequena escala, algas, mitocôndrias passando a viver dentro de uma célula, formação de DNA, os primeiros seres moles, peixes, repteis. A Terra habitável, com rica vegetação. Do espaço vêm os meteoros que caem sob a Terra, enchem tudo de poeira, revoltam as águas. Tudo regado à música clássica (aliás, a trilha sonora do filme é perfeita!).
Voltamos à história da família – o homem se pergunta quando foi que ele passou a sentir o mundo através dela e a cena é de quando se conheceram, ainda jovens, no namoro, casamento, primeira gravidez, trabalho, viagem, parto. A mãe cuidando do primeiro bebê, dedicação total. Uma vida feliz. O primeiro filho cresce saudável, com amor e atenção. As brincadeiras, o primeiro passo, primeiras palavras, perguntas. Segunda gravidez, parto, a revolta do primeiro filho com ciúmes do segundo. A mãe tentando acalmar e agradar a todos. Terceira gravidez, mais um filho. O mundo já não é mais tão romântico e perfeito, o pai tenta a força e impacientemente, por o bebê pra dormir, ele chora. A mulher cuida da casa.
Os meninos crescem, ora em ambiente feliz e perfeito, ora em meio a brigas e cobranças de um pai exigente e crítico. Enquanto a mãe é doce, ingênua e carinhosa, o pai é áspero, forte, racional, cheio de verdades, de regras e tenta ensinar os filhos a viver em um mundo cruel. Mal sabe que é ele mesmo a primeira fonte da maldade para os filhos.
Crescendo os meninos se deparam com a violência da vida, com as injustiças, as diferenças e as indiferenças diante do que jamais poderia deixar de ser notado. Morte. Turbilhão de sentimentos. Aquilo que não pode ser dito, perguntado ou discutido.
Do carinho da mãe para os filhos, do seu silencio diante das atitudes violentas do pai crítico, do medo das crianças, dos sentimentos ainda confusos em seus corações, ao dia-a-dia que passa sem que se dê razão ao que importa, sem que se viva quem se ama, até a análise de contraponto entre carinho, autoridade e respeito, e medo e coação, até os conflitos de um casamento, os conflitos que passam na mente de um jovem que entra na adolescência. Da insegurança de um irmão que vê e sente o outro irmão como preferido, perfeito e amado em detrimento a ele mesmo, do medo de não ser aceito pelos pais, do medo de não ser bom pra vida, até a cobiça de uma menina, o fascínio e a curiosidade pelo proibido, o efeito de grupo nos jovens, até a necessidade que temos de afirmarmo-nos... O filme passeia em tudo que pode haver na vida de alguém.
Vemos um homem que na pressão e na urgência de ser querido, amado por sentir-se e ser necessário, importante, afoga-se na distancia, na frieza, nas cobranças, no controle, abuso e violência, no desamor. Que sabe tudo do mundo, orgulha-se de ter a patente de 27 produtos diferentes, mas no entanto queria ter sido músico e tem que perguntar ao filho se ele o ama, porque espontaneamente não ouviria declaração alguma, pede beijo e abraça sem ser abraçado. Vemos esse mesmo homem se tornar humano, reconhecidamente falho, pedir perdão ao filho por talvez haver sido rígido demais, reconhecer que não se orgulha disso e colocar-se de igual para igual com o filho quando este assume-se mais parecido com ele do que com a mãe, contando ao pai que tem tudo de ruim que ele mesmo tem. (É nas fraquezas, nos defeitos e erros que nos tornamos mais e mais semelhantes.)
O executivo de sucesso, agoniado, que vim a notar ser o irmão mais velho, igual ao pai, passeia num deserto, busca o irmão menor falecido em suas memórias. Segue uma mulher buscando a própria mãe também, chega à beira do mar, raso e tranquilo onde muitas pessoas desconhecidas caminham. Andam, andam, andam. Aos poucos vemos contornos de entes queridos. Irmão, pai, mãe. Anjos envolvem a mulher. Eles se encontram como família, nota-se o alívio e a calma em seus olhares, o reconhecimento das histórias vividas, o alento das memórias compartilhadas, a felicidade de vê-los todos sãos, juntos. A mãe abraça cada um dos filhos. Beija seu marido, vê nele o sorriso de quando ainda eram felizes. Unidos, sentem-se plenos uma vez mais. Voltam os anjos a cuidar da mãe, depois da longa caminhada, ela enfim, resignada, de volta ao caminho da graça e leve, entrega à Deus seu filho.
Céu. Deus. Universo. Contração de cena, cenário negro, uma chama ao fundo.

FIM.


Eu não pretendia descrever o filme, acabar com a surpresa de ninguém, mas acho que era a melhor maneira de dizer como este filme diz muito. É uma maneira diferente de falar sobre a vida, de analisar o que fazemos dela, como a escolhemos viver. De onde viemos, pra onde vamos. O que é Deus, se há um Deus, que papel está destinado para cada um de nós?
Acho que mesmo lendo este texto você que for o ver o filme o verá e sentirá diferente.
Talvez, como alguns na sessão que assisti, você dê gargalhada no final. Talvez agradeça porque acabou, talvez, na verdade, saia antes do fim. Talvez você não entenda nada e goste apenas da fotografia e da trilha sonora. Talvez você entenda tudo diferente, talvez os detalhes importantes para você sejam outros. O bom de um filme assim é que cada um pode entender como quiser e não correr o risco de estar errado.

Para mim foi uma aula. Foi um despertar diferente de percepção. Uma descoberta.

sexta-feira, agosto 05, 2011

"Todo ser humando tem que ter um momento de egoísmo, onde faça somente o que ele gosta."

[Meu professor do curso de Técnicas de Vendas, FGV]

*Amei isso! Hehehe*

segunda-feira, agosto 01, 2011

Refletindo sobre família...

"Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas."

[Mensagem à família - Eugênia Puebla]